Para você ganhar belíssimo
Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar que por decreto da esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem que merecê-lo, tem de fazê-lo novo.
Eu sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Um maravilhoso Ano Novo para você!
Formação continuada é toda ação pedagógica que visa ampliar e/ou melhorar a prática do professor por meio de cursos, seminários, palestras, grupos de estudo, congressos, oficinas, entre outros. O objetivo é de ampliar conhecimentos necessários para a melhoria da qualidade do ensino. Sinto-me um ser vivo, dinâmico, procurando não ficar parada diante das inovações que estão vindo ao meu encontro, dentro e fora da escola, pois o conhecimento é algo que está sempre em movimento. A cada segundo, coisas novas estão sendo descobertas e eu estou atenta a fim de não ficar desatualizada perante meu alunos que, rapidamente, absorvem novos conhecimentos. Muitas vezes sinto-me em constante formação, pois ao gravar os programas das diversas disciplinas do currículo escolar da TV Escola tomo conhecimento dos mais diversos assuntos e, assim, estou sempre me atualizando sobre os fatos. Diariamen, o uso do computador e da internet me coloca em sintonia com os fatos novos que acontecem no mundo e ao meu redor. A educação não é algo estanque, pelo contrário está em constante movimento e precisamos estar abertos com o propósito de acompanhar este movimento e não ficar para trás, se não a missão de educar perde o sentido de ser.
Sou alguém ávida em aprender coisas novas, não tenho medo de dizer que não sei e quando aprendo gosto muito de ensinar. Gostaria de saber fazer slides com mensagens, baixar filmes do computador, gravar corretamente em DVD, manipular corretamente o phothoshop, em fim, muitas outras coisas. Sinto-me muito bem como aluna. Lembro-me dos bons tempos de escola que foram inesquecíveis. É bom saber que tem alguém cuidando da gente, repassando novos conhecimentos com paciência, o que é mais importante. Estar cursando uma formação que visa integrar o computador às práticas em sala de aula está me fazendo refletir sobre minha prática com meus alunos no dia a dia da escola. Reflito sobre a responsabilidade que devo ter para com eles que estão em constante processo de formação. Penso se o que estou ensinando aos alunos é relevante, se este conhecimento irá ajuda-los em sua vida fora da escola. Em fim, minha cabeça fervilha de reflexões. Aprender para mim é não ter medo de conhecer o novo, é enfrentar as dificuldades que se apresentarem no decorrer do caminho e buscar com ajuda de outros supera-las. É também através dos erros e acertos tentar dominar determinado conhecimento, seja ele pratico ou teórico.
As TIC mais conhecidadas por meus alunos são a TV e o rádio, pois apesar de viverem em uma comunidade carente a grande maioria possui esses dois objetos e os utiliza com freqüência. Já em relação ao computador, boa parte deles não o possui por ser ainda um objeto caro para a realidade em que eles vivem. Mas com a introdução da Informática educativa nas escolas, eles entraram em contato com o computador e estão aprendendo a usa-lo das mais diversas formas em suas aulas. No bairro onde a Escola está inserida existe um grande numero de Cybercafés muito utilizados pelos alunos, em sua maioria adolescentes. Eles entram sobretudo em sites de relacionamento com objetivo de fazer novas amizades, namorar e outros mais. Alguns também vão até lá para jogar individualmente ou em rede. Os sites mais visitados por eles são de fofocas sobre os artistas, os que falam sobre sexo e os de músicas.
Minha escola Estadual Duque de Caxias vem ao longo dos anos se adaptando ao novo cenário educacional. Primeiramente, na década de 90 vieram: o aparelho de televisão, a antena parabólica, o vídeo cassete que fazem parte do Projeto TV Escola do MEC. Esses equipamentos inicialmente foram colocados na sala da diretora da escola, pois não havia sala disponível para coloca-los. Após alguns meses, eles foram instalados na Sala de Leitura com grades de proteção para não serem roubados, pois nunca havia se visto este tipo de equipamento na escola. Com muita dificuldade, esses objetos foram raramente sendo utilizados e com certo receio de danifica-los. Com boa vontade a vice-diretora da época chegou a gravar alguns programas do Projeto TV Escola e iniciou a divulgação entre os professores. Foi quando conheci e literalmente me apaixonei por esta nova forma de ensinar com a TV. Então, adquiri uma antena parabólica e passei a gravar os programas em casa, em minhas horas vagas e os levava para os professores da escola assistirem. Passei a utilizar os programas e aos poucos fui me apropriando desta tecnologia que agora estava a minha disposição também na escola. Sempre informava aos professores sobre a programação da TV Escola e disponibilizava os programas que eles gostariam que fossem gravados para, posteriormente, utilizarem em suas aulas. Fazia isso de forma lenta e gradativa. Hoje o cenário é outro, temos uma sala disponível com 80 cadeiras escolares, com ar condicionado, um Televisor de 29 polgadas; dois DVDs sendo um para gravar diretamente na mídia DVD, uma caixa amplificadora, uma antena TV Escola digital com decodificador de sinal, um Micro System, vários DVDs gravados com os mais diversos tipos de filmes, documentários gravados da TV Escola. Tudo isto esta disponível para professores, alunos e corpo técnico.